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sábado, 31 de dezembro de 2016

Tchau 2016!




Devo dizer que 2016 não foi um bom ano pro mundo, mas pra mim, foi.
Digo isso, não porque conquistei milhares de projetos, mas porque eu aprendi a me conhecer melhor e agradecer o que eu tenho, e parar de pedir.
Fiquei um bom tempo sem trabalhar, e isso me deixou muito pra baixo, até eu aprender que apesar de não ter dinheiro pra comprar coisas que eu quero, nunca me faltou nada das coisas essenciais, muito pelo contrário, elas simplesmente estavam na minha casa.
Quando eu aprendi a agradecer por tudo o que eu tinha, começaram a surgir trabalhos, oportunidades, um viagem pro Peru e meu emprego novo!
Cara! Eu tô muito feliz!
Tô feliz demais de acordar todo dia e poder ir trabalhar, e lá dar o meu melhor. Tô feliz porque pude comprar algumas coisas que eu queria. Pow! Isso é muito legal!
Claro que tenho um sentimento de gratidão absurdo, e simplesmente não consigo deixar de senti-lo, porque quando você aprender a ser grato, você sente isso o tempo todo. 
Que nesse 2017 você aprenda a agradecer pela vida, pela casa, carro ou meio de transporte, pelas roupas, comida... enfim, tudo o que você já tem. Porque o que você quer, virá, tão rápido que você nem vai perceber. Apenas agradeça, de coração.
Desejo muita luz, amor, saúde, sucesso, amigos, família, paz, trabalho e tudo o que possa aparecer de bom pelo seu caminho.
Faça desse ano novo o melhor pra sua vida. Só depende de como você vai encarar as situações que vão aparecer.

Feliz 2017.

Beijos,
Mari





quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Eu te amo não é oi!



Já dizia uma música da cantora Ludmilla, dizer eu te amo, não é a mesma coisa que falar oi.

Uma vez eu estava conversando com a mãe de uma amiga, e chegamos a uma conclusão que me assustou um pouco... As pessoas falam eu te amo, muito da boca pra fora. E nisso eu me incluo.

Daí, comecei a pensar sobre isso. E comecei a me analisar, e pensar o que me faz eu falar eu te amo a uma pessoa...

Amor é algo que se leva um tempo pra construir, e é fato que não dá pra se amar uma pessoa de uma hora pra outra.
Tiro isso de uma experiência que tive recentemente, onde eu tinha uma amiga, trabalhava com ela, falava com ela todos os dias, jugava que eu podia contar com ela sempre e ela também sabia que poderia contar comigo sempre, porém, como é difícil manter uma relação de amizade e trabalho, tivemos uma briga e paramos de nos falar. 
Eu tinha uma relação de irmã (achava eu) com ela, e sim, eu falava eu te amo, porque o meu sentimento era mesmo como se ela fosse uma irmã. Mas na segunda briga (pelo menos não foi na primeira) o tal do amor evaporou e nem estamos nos falando mais.
Por isso fiquei pensando, eu adorava estar com ela e trabalhar com ela, mas não amava ela como se fosse uma irmã.

Depois desse episódio, comecei a ponderar o que me fazia amar as pessoas de fato.
E percebi que a convivência é um fator mega importante para uma pessoa amar a outra.
Hoje li uma frase no facebook da minha prima que dizia "A gente se apaixona pelas qualidades, mas ama pelos defeitos", e é exatamente isso! A convivência faz com que aprendamos a amar as pessoas do jeito que são, sem querer mudá-las, respeitando as manias, chatisses, etc.

Por isso hoje, posso dizer que amo minha família, porque eles me aceitam como sou, e eu aceito eles como são. E já passamos por muitas coisas juntos, que nos uniu ainda mais e fez esse amor aumentar.
Amo meus amigos, mas meus amigos que sei que estão comigo nos piores momentos, e eu estou com eles também. E esses eu conto nos meus dedos! 

Enfim... Seria legal se as pessoas parassem para pensar um pouco mais sobre o que de fato significa amor. Talvez a gente se decepcionasse menos com as expectativas que criamos em relação às pessoas que achamos que amamos...


Fica aí uma oportunidade de refletir um pouco...


Beijos,
Mari